segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Provas de Iniciação - Elementos Impostos e Critérios de Exito
2 - Provas de Iniciação
Prova a realizar com sete ou oito elementos impostos, que deverão ser acompanhados por um tema musical, poderão ser executados numa ordem aleatória. A música poderá ser vocal.
Repetições: Ao atleta é dada a possibilidade durante o programa, caso seja necessário, de efectuar duas repetições de um mesmo elemento, ou uma repetição de dois elementos diferentes.
Duração do Programa: Mínimo 2’ e Máximo 2’30’’
2.1 – Prova de Iniciação A
ELEMENTOS IMPOSTOS E CRITÉRIOS DE ÊXITO
1 – Salto de Valsa
1 – Respeitar a entrada regulamentar definida para este salto.
2 – Realizar a rotação completa do salto.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
2 – Toe Loop
1 – Respeitar a entrada regulamentar definida para este salto.
2 – Realizar a rotação completa do salto.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
3 - Salchow
1 – Respeitar a entrada regulamentar definida para este salto.
2 – Realizar a rotação completa do salto.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
4 – Uma sequência de passos de nível três durante pelo menos dois terços do comprimento da pista.
1 – Definir o início e o final da sequência para que seja facilmente identificada.
2 – Incluir elementos/dificuldades que a caracterizem como nível três.
3 – Executar a sequência em qualquer trajectória desde que cumprindo a distância exigida, incluindo movimentos coreográficos.
5 – Pião interior trás em cima com entrada em movimento. Mínimo três voltas.
1 – Definir o três exterior frente que antecede a centragem do pião, que deverá ser mantida.
2 – Realizar as rotações exigidas sem uso dos travões.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
6 – Uma combinação de avião/carrinho para trás em cada pé, mantendo as duas posições durante pelo menos cinco metros e sem tocar com o pé livre no solo.
1 – Definir completamente cada uma das posições.
2 – Trocar de posição sem tocar com o pé livre no solo.
3 – Levantar-se do carrinho apenas no pé portador.
7 – Mohawk de exterior frente para exterior trás em ambos os sentidos.
1 – Definir a curva exterior frente antes de executar o Mohawk.
2 – Fazer a inversão da marcha apoiando o pé livre junto do pé portador.
3 – Definir a curva exterior trás depois de executar o Mohawk.
2.2 – Prova de Iniciação B
ELEMENTOS IMPOSTOS E CRITÉRIOS DE ÊXITO
1 – Combinação de Salto de Valsa/Toe Loop
1 – Respeitar a entrada regulamentar definida para estes saltos.
2 – Realizar a rotação completa dos dois saltos.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
2 – Flip
1 – Respeitar a entrada regulamentar definida para este salto.
2 – Realizar a rotação completa do salto.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
3 - Euler
1 – Respeitar a entrada regulamentar definida para este salto.
2 – Realizar a rotação completa do salto.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
4 – Uma sequência de passos de nível dois durante pelo menos dois terços do comprimento da pista.
1 – Definir o início e o final da sequência para que seja facilmente identificada.
2 – Incluir elementos/dificuldades que a caracterizem como nível dois.
3 – Executar a sequência em qualquer trajectória desde que cumprindo a distância exigida, incluindo movimentos coreográficos.
5 – Pião exterior frente em cima. Mínimo três voltas.
1 – Definir a centragem do pião.
2 – Realizar as rotações exigidas sem uso dos travões.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
6 – Um três exterior frente em cada pé (fora da sequência de passos).
1 – Definir uma curva exterior frente antes da execução do três.
2 – Efectuar o três sem levantar o pé portador do solo.
3 – Definir uma curva interior trás após a execução do três.
7 – Um três interior frente em cada pé (fora da sequência de passos).
1 – Definir uma curva interior frente antes da execução do três.
2 – Efectuar o três sem levantar o pé portador do solo.
3 – Definir uma curva exterior trás após a execução do três.
2.3 – Certificado de Aptidão
ELEMENTOS IMPOSTOS E CRITÉRIOS DE ÊXITO
1 – Ritteberger
1 – Respeitar a entrada regulamentar definida para este salto.
2 – Realizar a rotação completa do salto.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
2 – Lutz
1 – Respeitar a entrada regulamentar definida para este salto.
2 – Realizar a rotação completa do salto.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
3 – Combinação de Flip/euler/Salchow
1 – Respeitar a entrada regulamentar definida para estes saltos.
2 – Realizar a rotação completa dos três saltos.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
4 – Uma sequência de passos de nível um durante pelo menos dois terços do comprimento da pista.
1 – Definir o início e o final da sequência para que seja facilmente identificada.
2 – Incluir elementos/dificuldades que a caracterizem como nível um.
3 – Executar a sequência em qualquer trajectória desde que cumprindo a distância exigida, incluindo movimentos coreográficos.
5 – Pião exterior trás em cima. Mínimo três voltas.
1 – Definir o três interior frente que antecede a centragem do pião, que deverá ser mantida.
2 – Realizar as rotações exigidas sem uso dos travões.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
6 – Uma combinação de pião exterior frente em cima/pião interior trás em cima. Mínimo três voltas em cada pião.
1 – As centragens de ambos os piões devem estar bem definidas e próximas.
2 – Realizar as rotações exigidas em ambos os piões sem uso dos travões.
3 – Definir a posição de saída sem uso dos travões.
7 – Um contra-três exterior frente em cada pé (fora da sequência de passos).
1 – Definir uma curva exterior frente antes da execução do contra-três.
2 – Efectuar o contra-três sem levantar o pé portador do solo.
3 – Definir uma curva interior trás após a execução do contra-três.
8 – Um contra-três interior frente em cada pé (fora da sequência de passos).
1 – Definir uma curva interior frente antes da execução do contra-três.
2 – Efectuar o contra-três sem levantar o pé portador do solo.
3 – Definir uma curva exterior trás após a execução do contra-três.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Provas de Promoção - Elementos técnicos e critérios de êxito.
Brevemente farei o mesmo para as provas de Iniciação.

1 – Provas de Promoção
Prova a realizar com seis ou sete elementos impostos, que deverão ser acompanhados por um tema musical, poderão ser executados numa ordem aleatória. A música poderá ser vocal.
Repetições:
Os elementos falhados serão identificados pelo Juiz-árbitro, que no final da prova dará ao atleta a hipótese de os repetir dentro da seguinte norma: um máximo de duas repetições de um mesmo elemento, ou uma repetição de dois elementos diferentes. No caso de o atleta falhar mais do que dois elementos, o Juiz-árbitro dará como finalizada a prova.
Duração do Programa:
Nível Preliminar - Mínimo 1’30’’ e Máximo 2’
Nível I,II e III – Mínimo 2´ e Máximo 2´30”
1.1 – Nível Preliminar
Elementos Impostos e Critérios de Êxito
1 – Patinar no mínimo dois topos do ringue, efectuando o passo cruzado para a frente.
1 – Definição correcta das duas fases de execução do passo cruzado.
2 – Deslizar em ambas as fases.
3 – Apoiar a perna livre cruzada à frente na mudança de exterior para interior.
2 – Patinar para trás em linha recta, com os dois pés, numa distância igual ou superior à da largura do ringue.
1 – Simetria no movimento de ambos os pés.
2 – Movimento contínuo.
3 – Tronco direito.
3 – Deslizar para a frente em linha recta na posição de quatro durante pelo menos cinco metros sobre cada pé.
1 – Tronco direito.
2 – Joelho da perna livre alinhado horizontalmente com a bacia.
3 – Perna portadora em extensão.
4 – Deslizar em curva exterior para a frente, patinando aproximadamente metade de um círculo imaginário com pelo menos quatro metros de diâmetro, uma vez sobre cada pé.
1 – Definir as curvas mantendo a pressão no rodado.
2 – Não utilizar o travão na troca de pés para adquirir velocidade.
3 – Não tocar com o pé livre no solo durante a execução.
5 – Carrinho para a frente nos dois pés, numa linha recta e percorrendo no mínimo cinco metros.
1 – Manter os pés unidos.
2 – Manter a bacia alinhada com o joelho portador.
3 – Levantar-se sem tocar com os travões no solo.
6 – Deslizar em curva interior para a frente, patinando aproximadamente metade de um círculo imaginário com pelo menos quatro metros de diâmetro, uma vez sobre cada pé.
1 – Definir as curvas mantendo a pressão no rodado.
2 – Não utilizar o travão na troca de pés para adquirir velocidade.
3– Não tocar com o pé livre no solo durante a execução.
1.2 – Promoção Nível I
ELEMENTOS IMPOSTOS e CRITÉRIOS DE ÊXITO
1 – Patinar no mínimo dois topos do ringue, efectuando o passo cruzado para trás.
1 – Definição correcta das duas fases de execução do passo cruzado.
2 – Deslizar em ambas as fases.
3 – Cruzar a perna livre à frente na mudança de exterior para interior.
2 – Deslizar em curvas exteriores e interiores para a frente em posição de avião, durante pelo menos dez metros sobre cada um dos pés.
1 – Durante o avião manter a perna livre e o tronco alinhados e na horizontal.
2 – Definir correctamente a pressão nos rodados durante o avião.
3 – Perna portadora em extensão.
3 – Carrinho para trás nos dois pés, numa linha recta e percorrendo no mínimo cinco metros.
1 – Manter os pés unidos.
2 – Manter a bacia alinhada com o joelho portador.
3– Levantar-se sem tocar com os travões no solo.
4– Seis mudanças de rodado para a frente nos dois pés.
1 – Manter os pés unidos.
2 – Definir correctamente a pressão nos rodados para que se observe as mudanças de rodado.
3 – Executar as mudanças de rodado de forma ritmada.
5 – Duas mudanças de rodado (exterior/interior e interior/exterior) na posição de deslizar para a frente em curva sobre o pé direito e outras duas mudanças de rodado (exterior/interior e interior/exterior) sobre o pé esquerdo.
1 – Definir as curvas que antecedem cada mudança de rodado.
2 – Tronco direito
3 – Não tocar com o pé livre no solo durante a execução.
6 – Deslizar em linha recta para trás na posição de quatro durante pelo menos cinco metros sobre cada pé.
1 – Tronco direito.
2 – Joelho da perna livre alinhado horizontalmente com a bacia.
3 – Perna portadora em extensão.
1.3 – Promoção Nível II
ELEMENTOS IMPOSTOS e CRITÉRIOS DE ÊXITO
1 – Definir correctamente uma curva interior.
2 – Tronco direito.
3 – Pés alinhados com a curva que se descreve no solo.
2 – Quatro cruzamentos para a frente desenhando pequenas curvas exteriores.
1 – Cruzar completamente os pés.
2 – Deslizar em curva exterior frente entre cada troca de pés
3 – Simetria dos movimentos dos dois pés.
3 – Carrinho sobre um pé para a frente numa linha recta e percorrendo no mínimo cinco metros em cada pé.
1 – Baixar-se sobre o pé portador.
2 – Manter a bacia alinhada com o joelho portador.
3 – Levantar-se apenas no pé portador.
4 – Pião nos dois pés. Mínimo duas voltas.
1 – Um pé deverá rodar em interior frente e o outro em interior trás.
2 – É permitido o início parado ou em ligeiro deslocamento.
3 – Realizar as duas voltas de forma contínua.
5 – Deslizar em curvas exteriores e interiores para trás em posição de avião, durante pelo menos dez metros em cada um dos pés.
1 – Durante o avião manter a perna livre e o tronco alinhados e na horizontal.
2 – Definir correctamente a pressão nos rodados durante o avião.
3 – Perna portadora em extensão.
6 – Mohawk de interior frente para interior trás em ambos os sentidos.
1 – Definir a curva interior frente antes de executar o Mohawk.
2 – Fazer a inversão da marcha apoiando o pé livre junto do pé portador.
3 – Definir a curva interior trás depois de executar o Mohawk.
7 – Salto de cavalo.
1 – Utilizar apenas um travão.
2 – Definir uma posição de entrada deslizando em linha recta.
3 – Definir uma posição de saída deslizando em linha recta
1.4 – Promoção Nível III
ELEMENTOS IMPOSTOS e CRITÉRIOS DE ÊXITO
1 – Pião interior trás com entrada parada. Mínimo três voltas.
1 – Manter a pressão no rodado interior durante a execução.
2 – Realizar um movimento contínuo na rotação, sem puxões.
3 – Tronco direito e saída bem definida.
2 – Quatro cruzamentos para trás desenhando pequenas curvas exteriores.
1 – Cruzar completamente os pés.
2 – Deslizar em curva exterior trás entre cada troca de pés.
3 – Simetria dos movimentos dos dois pés.
3 – Carrinho sobre um pé para trás numa linha recta e percorrendo no mínimo cinco metros em cada pé.
1 – Baixar-se sobre o pé portador.
2 – Manter a bacia alinhada com o joelho portador.
3 – Levantar-se apenas no pé portador.
4 – Deslizar em curva exterior e interior para trás, patinando aproximadamente metade de um círculo imaginário com pelo menos quatro metros de diâmetro, uma vez sobre cada pé.
1 – Definir as curvas mantendo a pressão no rodado.
2 – Não utilizar o travão na troca de pés para adquirir velocidade.
3 – Não tocar com o pé livre no solo durante a execução.
5 – Uma combinação de avião/carrinho para a frente em cada pé, mantendo as duas posições durante pelo menos cinco metros e sem tocar com o pé livre no solo.
1 – Definir completamente cada uma das posições.
2 – Trocar de posição sem tocar com o pé livre no solo.
3 – Levantar-se do carrinho apenas no pé portador.
6 – Mohawk de exterior trás para exterior frente em ambos os sentidos.
1 – Definir a curva exterior trás antes de executar o Mohawk.
2 – Fazer a inversão da marcha apoiando o pé livre junto do pé portador.
3 – Definir a curva exterior frente depois de executar o Mohawk.
7 – Duas voltas de três em cada sentido.
1 – Definir a entrada e a saída das voltas de três de exterior para exterior.
2 – Apoiar o pé livre junto do pé portador na inversão da marcha.
3 – Manter o mesmo ritmo de execução em ambos os sentidos.
Até Breve
domingo, 1 de novembro de 2009
Torneio Aberto 2009
(O fim do meu esquema)
Além de minhas treinadoras... duas grandes amigas ... a propósito para as duas muitas felicidades e o maior sucesso do mundo. Só vocês para me terem aturado todas as birras e stresses durante os treinos e antes de cada prova. Voces são fantasticas e sem voces hoje eu nem me conseguia equilibrar naquelas coisas com rodas... hoje e sempre obrigada AMIGAS !
Ana Matilde
1º Estágio Internacional de Patinagem Artística do Seixal
Terminou hoje um fantástico estágio de patinagem artística sob o comando de um dos melhores treinadores do mundo, Michele Terruzzi. Um treinador italiano, com uma excelente metodologia de treino especifico, neste caso concreto os saltos.

Para mim foi muito importante ter participado neste evento porque complementei toda a formação dada pelos meus treinadores actuais com as sábias palavras de Michele na matéria de saltos enriquecendo os meus conhecimentos.
Gostaria de dar os parabéns à organização deste evento pois além de excelente deu-me a oportunidade de aprender com a mesma pessoa que treina os melhores do mundo como o Roberto Riva que acho o máximo, a Silvia Lambruschi e o Alexandro Amadeo.
Continuem.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
IV Torneio Almada Jovem Charneca Activa
Uma grande maratona de Patinagem Artística, maratona pela duração da prova que começou com os treinos às 8,30 e terminou perto das 22.00, sem esquecer a qualidade quer dos participantes quer da organização pois para alem de excelentes praticantes a organização esteve à altura do evento que começou a horas e tudo correu como programado sem falhas. PARABÉNS CPACC. Este torneio contou com a presença de 12 Equipas ( 4 do CPACC ) e mais 8 clubes com provas individuais. O Torneio contou ainda com uma prova de esquemas de grupo onde competiram 5 equipas. Totalizando perto de uma centena de participantes. |
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
III Ferias desportivas 2009 de Solo Dance - Serpa
A azáfama começou de véspera comigo e com a minha mãe, a fazer-mos a mala, para a minha primeira semana de liberdade e independência total. O Stress continuou no próprio dia durante a viagem, pois de Corroios a Serpa ainda são uns kms e algumas horas de caminho.
Finalmente chegamos. No primeiro contacto, uma recepção muito calorosa por parte de duas pessoas que nunca tinha visto e rapidamente percebi que eram pessoas carinhosas - A Bélinha e a Guida ( tenho já algumas saudades das canções e do carinho especial ).
TCHAUUU PAIS E MANO,
ATÉ PARA A SEMANA.
E agora sim sozinha com os meus amigos ( antigos e futuros ).
Noite após noite, dia após dia, as amizades iam ficando mais sólidas, conheci melhor aqueles que já conhecia e coleccionei amizades novas. Além do enriquecimento desportivo como irei contar mais a frente conheci gente muito fixe.
Sabem, nos últimos tempos, tenho convivido com o treinador de solo dance, exigente, perfeccionista com uma postura muito pedagógica e sempre com objectivos bem definidos treino a treino, nestas ferias percebi que alem de treinador o Eduardo também pode ser meu amigo. O Eduardo foi incansável no apoio que nos deu, na companhia que nos fez, quer a jogar playstation depois do jantar , quer na presença assídua aos treinos.

Eu quero aqui no meu blog fazer um agradecimento muito forte aos dois Eduardos ( eu sei, eu sei o Eduardo é só um! … mas vocês estão a perceber ) por tudo aquilo que me conseguiu transmitir no solo dance e pela semana fantástica que passei em Serpa, a sua terra natal .

( Eu a Katy e a Treinadora Cinzia Bernardi )
Achei que esta semana foi um sonho bom que, como tudo aquilo que é bom na vida, acabou depressa.

Por ultimo, mas não menos importante, um grande beijo a uma senhora que nos acompanhou treino após treino, actividade atrás de actividade a treinadora Helena Dias.

Para o ano lá estarei… (assim espero …. Se me portar bem … e conseguir convencer os meus pais.)
( O grupo de trabalho )
Bem hajam
Beijos
Ana Matilde
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Sarau Circo Sobre Rodas
Foi um sarau fantástico, com um tema muito nobre.
